10 fevereiro 2019

Treinamentos em Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos e Adjuvantes (Pulverizador© Safra 2019-2020).


Treinamentos em Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos e Adjuvantes

Pulverizador© Safra 2019-2020


Engº Agrº Manoel Ibrain Lobo Junior
Consultor em Tecnologia de Aplicação
Auditor GlobalGAP IFA (Boas Práticas Agrícolas)
lobo@pulverizador.com.br 

Engenheiro Agrônomo, Especialista e Consultor em Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos e Adjuvantes. Ministra treinamentos, cursos e palestras em tecnologia de aplicação aérea e terrestre para empresas da área agrícola, objetivando a capacitação das equipes gerenciais e operacionais para a correta avaliação, regulagem e calibração dos pulverizadores (autopropelidos, tratorizados montados e de arrasto, turbo-atomizadores, etc) e aeronaves agrícolas.













Auditor GlobalGAP IFA - Certificado Internacional de Boas Práticas Agrícolas (Good Agricultural Practices Certification). Desenvolvimento de projetos sustentáveis para as aplicações de agroquímicos, adequação dos pulverizadores e dos procedimentos operacionais aos padrões internacionais de qualidade total (segurança, organização, limpeza, preservação ambiental, dentre outras).

















Desenvolvimento de novas técnicas e tecnologias para aplicações de agroquímicos em baixos volumes de calda para pulverizadores terrestres e aeronaves agrícolas, selecionando em campo os bicos (pontas) de pulverização e posicionando os adjuvantes redutores de deriva, levando em consideração o alvo desejado, a arquitetura da planta, o tipo do produto a ser aplicado e as condições meteorológicas, objetivando aplicações mais eficientes, maior eficácia biológica, com maior rendimento e menores custos operacionais.


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23 janeiro 2019

Reativando o Twitter Pulverizador: https://twitter.com/pulverizador



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Informações sobre a área de tecnologia de aplicação de agroquímicos e adjuvantes


1º Princípios Básicos e Conceitos Gerais sobre Tecnologia de Aplicação

2º Posicionamento de Adjuvantes de Calda Condicionadores Hídricos

3º Seleção de Pontas de Pulverização e Tamanhos de Gotas



Ontem, hoje e amanhã: A evolução dos treinamentos em tecnologia de aplicação aérea e terrestre.

#pulverizador #tecnologiadeaplicacao #agroquimicos #adjuvantes #bicosdepulverizacao #pulverizacao #boaspraticasagricolas


Engº Agrº Manoel Ibrain Lobo Jr
Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br


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20 janeiro 2019

Bico de Pulverização Micron Pulsar Série HB de Jato Tipo Cone Vazio (8001 Azul a 8006 Amarelo).


Ponta de Pulverização Micron Pulsar Série HB

Bico Série HB de Jato Tipo Cone Vazio nas Vazões de 8001 (Azul) a 8006 (Amarelo).


Manoel Ibrain Lobo Jr

Engº Agrº, Consultor em Tecnologia de Aplicação
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br


A ponta de pulverização de jato tipo cone vazio Micron Série HB, fabricada em cerâmica, é atualmente uma das mais utilizadas pelos produtores em todo o Brasil após a fase de fechamento das entre-linhas das culturas adensadas, em função da excelente capacidade de deposição, penetração e distribuição das gotas finas em turbulência nas folhas localizadas no terço inferior das plantas.


Produzindo gotas finas e muito finas, é normalmente recomendada para pulverizações de inseticidas e fungicidas, em condições meteorológicas favoráveis e muito utilizadas em aplicações noturnas (alta umidade no ar, baixas temperaturas e sem rajadas de vento). 

Nas extensivas áreas de soja, algodão e milho no cerrado, essas pontas de jato tipo cone vazio também são muito utilizadas para pulverizações de herbicidas, porém são sempre aplicações muito técnicas e assistidas, a maior parte utilizando baixos volumes de calda, menos que 50 litros por hectare, sempre respeitando as melhores horas do dia, com velocidades de vento entre 3-5 km/h, em condições meteorológicas extremamente favoráveis. 




No vídeo abaixo, a ponta HB 8002 (Preto) de jato tipo cone vazio aplicando na pressão de 40 PSI (2,8 Bar - 276 Kpa), produzindo gotas com classificação de tamanhos finas para muito finas.

Um pulverizador autopropelido com espaçamento entre bicos de 50 cm, equipado com as pontas Micron HB 8002 operando nas velocidades de 18 a 20 km/h, estará aplicando volumes entre 30 a 50 litros/hectare. Em baixas velocidades, entre 6 a 8 km/h, essa ponta HB 8002 estará aplicando médios e altos volumes (80 a 120 L/ha).




Recomendadas para pulverizações em condições meteorológicas favoráveis, as pontas Micron de jato tipo cone vazio da Série HB poderão ser utilizadas em baixos volumes e em baixas velocidades, nas vazões 01 (Azul) e 015 (Marrom), objetivando a equipagem de pulverizadores montados e de arrasto. 

Por exemplo, a ponta HB 8001 (Azul) em velocidades operacionais de 6 a 7 km/h poderá aplicar volumes entre 30 a 50 litros/hectare. A ponta HB 80015 (Marrom), nessas mesmas velocidades, poderá aplicar volumes entre 50 a 80 litros/hectare. 

Seguem informações fornecidas pela conceituada empresa Micron Pulsar, fabricante das pontas em cerâmica Série HB.

MICRON PULSAR SÉRIE HB CONE VAZIO

Características: Bico tipo cone vazio – abertura de 80 Graus; Pressão recomendada de trabalho: 2 a 10,5 BAR / 30 a 150 PSI; Tamanho compacto, menos quebras por acidente; Material: Cerâmico; Encaixe capa 12 mm.




No vídeo abaixo a abertura do jato de pulverização formado por gotas muito finas, produzidas pela ponta Série HB 8002, aplicando na pressão de 40 PSI.





Matéria atualizada em 20/01/2019.


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19 janeiro 2019

Bico de Pulverização Micron Pulsar Série CA Cone Vazio com Indução de Ar (8001 Laranja a 8005 Marrom).


Ponta de Pulverização Micron Pulsar Série CA

Bico Série CA de Jato Tipo Cone Vazio com Indução de Ar (Sistema Venturi) nas Vazões de 8001 (Laranja) a 8005 (Marrom).


Manoel Ibrain Lobo Jr
Engº Agrº, Consultor em Tecnologia de Aplicação
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br


A ponta de pulverização de jato tipo cone vazio Série CA, fabricada em cerâmica, é atualmente uma das mais resistentes no mercado, produzindo gotas grossas aeradas, é normalmente recomendada para pulverizações de herbicidas, inseticidas e fungicidas, em condições meteorológicas extremamente adversas.




No vídeo abaixo, a ponta cone vazio CA 8004 (Vermelho) aplicando na pressão de 50 PSI (3,45 Bar - 345 Kpa), produzindo gotas com classificação de tamanhos grossas para muito grossas. 

Por exemplo, um pulverizador autopropelido com espaçamento entre bicos de 50 cm, equipado com as pontas CA 8004 operando em velocidades entre 18 a 20 km/h, estará aplicando volumes entre 80 a 100 litros/hectare. Esse mesmo pulverizador autopropelido nessas mesmas velocidades de aplicação, se equipado com pontas CA 8003 (Azul) poderá aplicar volumes entre 70 a 120 litros/hectare. Se equipado com as pontas CA 8002 (Amarelo) poderá aplicar volumes entre 50 a 80 litros/hectare.




Em baixas velocidades, entre 6 a 8 km/h, equipando um pulverizador tratorizado essa ponta CA 8004 (Vermelho) estará aplicando altos volumes (acima de 250 L/ha).

Recomendadas para pulverizações em condições de fortes rajadas de vento, altas temperaturas e baixa umidade do ar, as pontas Micron de jato tipo cone vazio da Série CA poderão ser utilizadas aplicando menores volumes em baixas velocidades, nas vazões 01 (Laranja) e 015 (Verde). 

Por exemplo, a ponta CA 8001 (Laranja) em velocidades operacionais de 6 a 7 km/h poderá aplicar volumes entre 70 a 100 litros/hectare. A ponta CA 80015 (Verde), nessas mesmas velocidades, poderá aplicar volumes entre 100 a 150 litros/hectare.  

Seguem informações fornecidas pela conceituada empresa Micron Pulsar, fabricante das pontas em cerâmica Série CA.

Série CA: BICOS DE CONE VAZIO COM INDUÇÃO DE AR.

Indicados para todos os tipos de defensivos, utilizam sistema venturi para produzir gotas aeradas de maior volume (com bolhas de ar em seu interior), minimizando a ação de deriva pelo vento.




No vídeo abaixo a abertura do jato de pulverização formado por gotas grossas aeradas, produzidas pela ponta Série CA 8004, aplicando na pressão de 50 PSI.





Matéria atualizada em 19/01/2019.


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08 janeiro 2019

Qualidade sanitária de sementes de soja em função de aplicações a campo com fungicida e fertilizante foliar.


Qualidade sanitária de sementes de soja em função de aplicações a campo com fungicida e fertilizante foliar



https://maissoja.com.br/qualidade-sanitaria-de-sementes-de-soja-em-funcao-de-aplicacoes-a-campo-com-fungicida-e-fertilizante-foliar

O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade sanitária de sementes de soja em função da aplicação de fungicida e associações com fertilizante foliar à base de fosfitos, micronutrientes, aminoácidos e aditivos especiais.

Autores:   W. ZANINI 1; A. MATUCZAK 1; T. D. C. SIEGA 2; N. L. DALACOSTA 2; J. C. POSSENTI 3; S. M. MAZARO 3.

Resumo

O manejo de doenças, com o uso de fungicidas durante o ciclo de cultivo, propicia além da redução de doenças, incremento de produtividades e sementes maior qualidade. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade sanitária de sementes de soja em função da aplicação de fungicida (Picoxistrobina (60 g.ha-1) + Ciproconazol (16 g.ha-1) e associações com fertilizante foliar à base de fosfitos, micronutrientes, aminoácidos e aditivos especiais (Ultrazeb Premium® 0.3 L.ha-1).

Foram realizadas três aplicações de forma isolada e associada, com início na fase fenológica R1 e com 15 e 30 dias após a primeira aplicação. As concentrações dos produtos seguiram as recomendações dos fabricantes para a cultura da soja. O experimento foi realizado em lavoura comercial, com a cultivar NA 5909 RG, no delineamento blocos ao acaso, com parcelas de 12m2, em 4 repetições.

Após a colheita, as sementes foram transportadas para o Laboratório de Sementes da UTFPR – Dois Vizinhos, e então separadas em lotes com 200 sementes, divididas em oito repetições com 25 sementes cada. As sementes foram distribuídas equidistantes em caixa Gerbox, sob duas folhas de papel filtro e umedecida com água destilada. Após foram armazenadas por sete dias em câmara de germinação do tipo BOD, com temperatura de 25ºC e fotoperíodo de 12 horas. Posteriormente, as sementes foram avaliadas com auxilio de estereomicroscópio (lupa), onde se identificou a incidência de fungos presentes, através das características estruturais e reprodutivas dos mesmos.

O uso do fungicida em associação com o fertilizante foliar reduziu a incidência de fungos nas sementes. Os principais gêneros observados foram Cercospora e Fusarium e com menor incidência Phomopsis, Aspergillus, Penicillium.

Palavras chaves: Fosfitos; Incidência de patógenos; Sanidade de sementes.

Informações dos autores:

1 Acadêmicos de Agronomia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos;
2 Pós-graduandos em agronomia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco;
3 Professor COAGR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos, Paraná.

Disponível em: Anais do 50º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, Uberlândia – MG, Brasil.




Engº Agrº Manoel Ibrain Lobo Jr
Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br


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Fungicidas e fertilizante foliar no controle de ferrugem asiática da soja (Phakopsora packyrhizi).


Fungicidas e fertilizante foliar no controle de ferrugem asiática da soja (Phakopsora packyrhizi).



https://maissoja.com.br/fungicidas-e-fertilizante-foliar-no-controle-de-ferrugem-asiatica-da-soja-phakopsora-packyrhizi

O objetivo do presente trabalho foi avaliar o potencial de produtos protetores.

Autores:  GHEDIN, A. L.1; CONSTANTINO, L. P.1; FRANCESCHI V.T.2; ZORZZI, C. I. 2; CAPPELLESSO, T.3; MAZARO, S.M.4

Resumo

A ferrugem da soja é a principal doença folhar da cultura, seu manejo preconiza a aplicação de fungicidas, no entanto, nos últimos anos vem ocorrendo a resistência do fungo Phakopsora packyrhizi aos principais grupos químicos. Com isso, fungicidas protetores e fertilizantes foliares estão sendo incorporados no manejo dessa doença.

O objetivo do presente trabalho foi avaliar o potencial de produtos protetores, sendo o oxicloreto de cobre (580g/ha-1) e o fertilizante foliar a base de fosfitos, micronutrientes, aminoácidos e aditivos especiais (Ultrazeb Premium – 0,3 l.ha-1), de forma isolada ou em associação, em comparação com o fungicida Azoxistrobina (75 g/ha-1) + Benzovindiflupyr (37,5 g/ha-1). O experimento foi realizado na safra 2016/2017, conduzido em casa de vegetação, em vasos de 10 litros, com a cultivar BRS284 até o final do ciclo da cultura.

Os tratamentos consideraram a utilização dos produtos aplicados isoladamente e em associações, no delineamento inteiramente casualizado, em 4 repetições, sendo a unidade experimental composta por 2 plantas de soja. Após 24 horas da primeira aplicação química, no estádio fenológico R1 realizou-se a inoculação com esporos de P. pachyrhizi. As avaliações foram realizadas a cada 10 dias considerando a incidência e severidade da ferrugem.

Os resultados demonstraram que os tratamentos com os produtos protetores apresentaram eficiência comparável ao tratamento com o fungicida Azoxistrobina + Benzovindiflupyr.

Palavras chaves: Ferrugem; Soja; Fungicidas; Fertilizantes foliares.

Informações dos autores:

1 Acadêmicos de Agronomia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos, Brasil;
2 Pós-graduandos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos, Brasil;
3 Academico do curso Técnico em Agropecuária do Centro estadual de Educação Profissional Sudoeste, F. Beltrão, Brasil;
4 Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Dois Vizinhos, Professor COAGR,

Disponível em: Anais do 50º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, Uberlândia – MG, Brasil.




Engº Agrº Manoel Ibrain Lobo Jr
Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br


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08 novembro 2018

Estimativa de Mercado de Pulverizadores no Brasil, Argentina e Paraguai.


Estimativa de Mercado de Pulverizadores no Brasil, Argentina e Paraguai


Engº Agrº Manoel Ibrain Lobo 
Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br



Em termos gerais, o Brasil rural é constituído por 5,5 milhões de estabelecimentos que ocupam uma área total maior que 400 milhões de hectares. 


Estudos de consultoria de empresas e de profissionais especialistas em mercado agrícola estimam que atualmente existam no Brasil um número aproximado de 700.000 pulverizadores terrestres, sendo a sua maior parte constituída por pulverizadores tratorizados montados (três pontos), tratorizados de arrasto (carreta) e pulverizadores turbo-atomizadores.



O Pulverizador autopropelido Uniport 3030, fotos abaixo, equipado com sistemas de pulverização Vortex (Assistência de Ar) e Eletrostático (Energização das Gotas) durante avaliações em campo da qualidade das aplicações de agroquímicos e adjuvantes (Compo Expert - Sagra - Patrocínio MG).









As tendências para os próximos anos apontam que os grandes grupos que operam atualmente com pulverizadores classe II e classe III estarão adquirindo novos pulverizadores autorpropelidos das classes IV e V, com maiores capacidades de carga (acima de 3.000 litros), maiores comprimentos das barras de pulverização e equipados com tração 4X4 e transmissões hidrostáticas.





Pulverizador autopropelido Uniport 4530 durante a Feira Agropecuária Parecis SuperAgro em Campo Novo do Parecis, Estado do Mato Grosso.




Pulverizador autopropelido Uniport 2530 durante a Feira Agropecuária Parecis SuperAgro em Campo Novo do Parecis, Estado do Mato Grosso.


Estima-se que cerca de 20.000 pulverizadores autopropelidos estão atualmente em operação no Brasil. Atualmente são comercializados ao ano no Brasil cerca de 2.500 pulverizadores autopropelidos. Estimasse que desse total entre 20% a 30% sejam equipados com reservatórios de calda com capacidade acima de 3.000 litros, sendo a maior parte dos pulverizadores autopropelidos ainda equipados com reservatórios com capacidade entre 2.000 a 2.500 litros.



O pulverizador autopropelido John Deere JD4730 durante avaliações técnicas na Fazenda Futura (Sementes São Francisco, Nova Ubiratã, Mato Grosso).



O pulverizador autopropelido Jacto Uniport 2500 Star durante avaliações técnicas na Fazenda Novo Rumo (Naviraí - Mato Grosso do Sul).


Atualmente são comercializados ao ano no Brasil cerca de 30.000 pulverizadores tratorizados montados e de arrasto. Essa estimativa de mercado leva em conta informações de indústrias, revendas e fornecedores de peças e componentes específicos, utilizados nas fabricações desses equipamentos. 




Pulverizador tratorizado montado durante avaliações técnicas na Usina ETH Unidade Conquista do Pontal (Odebrecht Agroindustrial) em Teodoro Sampaio, Estado de São Paulo.


Seguem abaixo estimativas de quantidades de equipamentos em operação atualmente no Brasil.


Pulverizadores autopropelidos: 20.000 unidades.

Capacidade de carga: 2.000 a 4.600 litros.
Barra de pulverização: 18 a 36 metros (espaçamento entre bicos 35 a 50 cm).



O pulverizador autopropelido Massey Ferguson MF9030 durante avaliações de aplicações em baixos volumes na região agrícola de Machado, Estado de Minas Gerais.



O pulverizador autopropelido Valtra BS 3020 H durante avaliações técnicas na Companhia Agrícola Santa Amélia, Município de Maracaí, Estado de São Paulo.



O pulverizador autopropelido Uniport 3000 Vortex Jacto durante avaliações de aplicações em baixos volumes na região agrícola de Mauá da Serra, Estado do Paraná.


Pulverizadores tratorizados de arrasto: 500.000 unidades.
Capacidade de carga: 2.000 a 3.000 litros.
Barra de pulverização: 16 a 30 metros (espaçamento entre bicos 35 a 50 cm).



O pulverizador tratorizado de arrasto Cruzador 3000 Jacto durante avaliações de aplicações em baixos volumes na Destilaria Pyles, Município de Platina, Estado de São Paulo.


Pulverizadores tratorizados montados (três pontos): 100.000 unidades.
Capacidade de carga: 400 a 800 litros.
Barra de pulverização: 14 a 18 metros (espaçamento entre bicos 35 a 50 cm).



O pulverizador tratorizado montado Falcon 1400 Jacto durante avaliações técnicas na Usina Coruripe, Unidade Iturama, em Iturama, Estado de Minas Gerais.


Pulverizadores turbo-atomizadores: 100.000 unidades.
Capacidade de carga: 200 a 4.000 litros.
Arco de pulverização: 16 a 36 bicos.



O pulverizador turbo atomizador Natali 4000 durante avaliações de aplicações em baixos volumes na Pamiro Agropecuária, Município de Araraquara, Estado de São Paulo.




O pulverizador turbo atomizador Natali 4000 durante avaliações de aplicações em baixos volumes na Fazenda São José, Município de Araras, Estado de São Paulo.


Mercado de Pulverizadores Autopropelidos no Brasil


Atualmente no Brasil existem aproximadamente 20 empresas fabricando mais de 50 modelos de pulverizadores autopropelidos, equipados com diferentes capacidades de motores, capacidades de reservatórios de caldas, comprimentos de barras de pulverização, dentre outras especificações diferenciadas. Estima-se que o número de pulverizadores autopropelidos no Brasil cresça 100% para os próximos 10 anos.




Avaliação do Pulverizador Autopropelido John Deere 4730 em operação na Fazenda Dona Dozolina (Grupo Ceni) em Sinop, Estado do Mato Grosso.



O pulverizador autopropelido Uniport 3030 Jacto durante avaliação de aplicações em baixos volumes na Fazenda Mandaguari, região agrícola de Uberlândia, Estado de Minas Gerais.



O pulverizador autopropelido Uniport 3030 Jacto durante avaliações de aplicações em baixos volumes na Fazenda Mutuca, região agrícola de Arapoti, Estado do Paraná.



Avaliação do pulverizador autopropelido Metalfor 2500 Multiple em operação na Fazenda Sapezal I, na região agrícola de Lucas do Rio Verde, Estado do Mato Grosso.



O pulverizador autopropelido Massey Ferguson MF9030 durante avaliações de pulverizações em baixos volumes no Condomínio Sinergia Canavieira, Município de Barretos, Estado de São Paulo.


Mercado de Pulverizadores na Argentina, Paraguai e Uruguai: 


Atualmente no Brasil, somente a cultura da soja ocupa uma área de 30 milhões de hectares. Na Argentina a cultura da soja ocupa uma área de 20 milhões de hectares e no Paraguai 5 milhões de hectares.




Avaliação do pulverizador autopropelido Uniport 2500 Star em operação na região agrícola de San Alberto, Paraguai.


Através de trabalhos em campo, desenvolvendo novas técnicas e tecnologias de pulverização para produtores em todo o Brasil e no Paraguai, foi possível observar uma tendência dos médios produtores (área de plantio entre 300 a 500 hectares) de “trocarem” seus pulverizadores tratorizados (2.000 – 3.000 litros) por pulverizadores autopropelidos (2.000 – 3.000 litros). 


Há 10 anos atrás, esses mesmos produtores somente demonstravam interesse na aquisição dos pulverizadores autopropelidos à partir de uma área cultivada de 1.000 hectares.


Seguem abaixo, alguns dos fatores que influenciam na escolha dos produtores do Brasil, Argentina e Paraguai pelos equipamentos de pulverização:

 1º) Qualidade da pulverização

 2º) Confiança na empresa fabricante
 3º) Rendimento da pulverização
 4º) Preço da aplicação

Levando-se em consideração que existem ainda no Brasil aproximadamente 300 milhões de hectares de novas áreas agricultáveis a serem exploradas, pode-se concluir que o mercado brasileiro ainda está e, estará por muitos anos, totalmente aberto para todos os tipos de equipamentos que existem para a aplicação dos defensivos agrícolas.



Avaliação do pulverizador autopelido John Deere JD4630 na região agrícola de Sertanópolis, Estado do Paraná.


Aumento da capacidade de carga dos pulverizadores autopropelidos: Uma nova tendência do mercado.

Nas operações das aplicações de herbicidas, inseticidas e fungicidas, dentre as maiores necessidades dos grandes grupos agrícolas, o aumento do rendimento operacional dos pulverizadores merece especial destaque.

Grandes produtores do cerrado estão trocando seus pulverizadores autopropelidos com barras de 24 metros por equipamentos com barras maiores, com tamanhos entre 28 metros e 30 metros.



O pulverizador autopropelido John Deere 4730 durante avaliações de pulverizações em baixos volumes na Fazenda Uirapuru, Grupo Moacir Smaniotto (GMS), Município de Nova Mutum, Estado do Mato Grosso.


Os grandes produtores que já estão trabalhando com pulverizadores autopropelidos equipados com barras de 30 metros calculam um ganho na produtividade na colheita da cultura da soja entre 12% a 15%, somente em função da diminuição das perdas pelo amassamento.


Observação: Matéria atualizada em 11/2018.


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